quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O (atribulado) regresso a casa

Até nos levantamos a horas, saimos do belissimo hotel Coco Grand Ueno Shinobazu a horas, chegámos à estação a horas, mas (e há sempre um mas) o Narita Express só saia uma hora depois, pelo que para evitar a seca de estar à espera, avançámos para Narita por comboios de serviço local... esta improvização não correu lá muito bem... e depois de mudanças atribuladas de comboios, algumas perspectivas de não chegar a tempo ao aeroporto, viagem de táxi do centro de Narita até ao aeroporto (a qualquer coisa como 4 euros por quilómetro...), lá chegámos mesmo a tempo. Nota mental: não improvisar nunca nas deslocações para o aeroporto.

Fizemos o check-in, malas, comprámos os últimos souvenirs um bocado à pressa, o último café da máquina de venda automática e lá demos entrada em mais um charuto de metal com uma longa viagem pela frente... logo que o avião descolou começaram as saudades, é realmente uma terra mágica e gostava de importar muitas coisas para Portugal, a comida, a vida, os jardins, mas principalmente o civismo e o comportamento exemplar das pessoas.

Quem sabe se não voltamos um dia destes...






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